Natalia Vodianova e filha fotografadas por Mario Testino
Enquanto escrevo este post, olho à minha volta e só vejo bocadinhos dela. As suas coisas, os seus livros, os seus lápis de cor, os presentes que com tanto amor faz para mim. Tudo aquilo que encheu de cor esta casa. E sinto ainda mais a sua falta (faltam apenas algumas horas para estarmos de novo juntas, depois uma longa semana separadas). Ela faz-me tanta falta. Os dias com ela são sempre mágicos. Ela enche-os de brilho e faz a magia acontecer. É tão especial, tão única, tão apaixonante, tão linda, em todos os sentidos, que me faz sentir também especial por um dia me ter escolhido para ser sua mãe. Ela foi o melhor que me aconteceu na vida. Ela entrou na minha vida e, tal e qual uma fada com a sua varinha de condão, tornou-me uma pessoa melhor - mais compreensiva, mais solidária, mais matenal, menos egoísta, menos fútil...Ela fez-me ver para além do meu umbigo.
Hoje é um dia muito especial. Aliás, de todos os dias comemorativos, o dia da Mãe sempre foi, para mim, o mais especial. Porque amo a minha mãe. Sempre amei. Admiro-a em tudo o que fez e faz. Pelo que lutou toda a vida. Pelo que sofreu toda a vida. Pela educação exemplar que deu a todos os seus seis filhos. Pela pessoa que é. Não podia pedir uma mãe melhor do que a minha. É verdade. Mas hoje o dia tem outro sabor, porque é o meu primeiro dia como mãe. E é verdade que não podia pedir uma filha melhor do que a minha.
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