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Saturday, 30 April 2011

Think Pink

Das pessoas especiais

Friday, 29 April 2011

Jennifer Aniston  fotografada por Alexei Hay para a Elle, Setembro 2009

Há pessoas tão especiais. É por elas que apetece viver, viver intensamente. A minha querida amiga miss Daisy, uma das minhas pessoas favoritas de sempre e para sempre, é uma delas. Uma das pessoas mais especiais e interessantes que eu conheci até hoje. Com uma história de vida admirável, com um currículo inacreditável para a sua idade e com um coração fora de série. Esta pessoa tão especial está a passar por uma fase muito difícil. Mais uma. Mais uma a juntar a tantas outras. E não merecia. Merecia, sim, tudo o que de bom existe. Mas porque é que há pessoas às quais nenhum mal acontece e há outras que passam o tempo no fundo do precipício a arranjarem forças para saírem de lá? Raios.

Dos casamentos reais

E uma pessoa sabe que já não vai para nova, quando dá conta de que se lembra - ainda que muito mal, devido à tenrinha idade que tinha na altura - do casamento do Carlos e da Diana.

Pronto, acabei de ver



























Ela estava linda. O vestido era inacreditavelmente lindo. Aliás, ela é linda e bom gosto não lhe falta. Dele (era tão lindo em criança), lamentavelmente, só consegui reter o facto de estar a ficar muito careca. É a dura realidade - nem os príncipes escapam a este flagelo.

Eu e as minhas manias

Devo ser a única pessoa no mundo que ainda não viu nada do casamento real. É que ainda não tive tempo. E, para dizer a verdade, nem tenho grande interesse. É que eu - que adoro histórias de Príncipes e de Princesas e casamentos reais e os chapéus estranhos que elas levam na cabeça e tanto que eu estava empolgada com este casamento - apanhei uma desilusão enorme ao saber da espécie de malabarismos que a Kate  fez para conquistar a atenção do William. Eu pensava que tinha acontecido assim tudo por acaso. Lembrou-me assim aquelas pessoas muito interesseiras que tudo fazem para conquistar pessoas com muito dinheiro ou fama. Pronto, até pode ser tudo inventado, mas foi remédio santo para eu perder o interesse. Eu e as minhas manias.

Thursday, 28 April 2011




Assim como o Oceano, só é belo com o luar
Assim como a Canção, só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem, só acontece se chover
Assim como o poeta, só é bem grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor, não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você!

Vinicius de Moraes

(Para o meu Amor, que continua a surpreender-me todos os dias.)

Nunca mais é domingo

Wednesday, 27 April 2011





















Elle Fanning

Desde que estamos juntas, nunca estivemos tanto tempo longe uma da outra. No máximo, estivemos dois dias, e, mesmo assim, sabe Deus o que sofremos. Desta vez, e por motivos de força maior, lá teve de ir a minha Princesinha para fora do país. Tem-me custado pela vida. É como se me faltasse uma parte de mim e, de repente, tudo parecesse cinzento.

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Das bloggers que eu adoro

 
Mother and Child (detail from The Three Ages of Woman), pintado por Gustav Klimt (1905)

Creio que não consigo que me entendam quando tento explicar o que é, para mim, a maternidade. É que eu não estou interessada em botinhas de croché nem babetes bordados. Pouco me importa a forra do berço e a cor dos lençóis. Não me queimam neurónios as tetinas nem as fraldas. As assaduras, os vírus e as tosses não me roubam o sono. As provas de aferição também não. Nunca estou a par dos workshops para bebés e dos concertos para bebés e dos coachings para bebés e das atividades para preencher as férias. Falta-me sempre betadine no armário. E meias antiderrapantes na gaveta. A fruta deve ser triturada cozida ou crua? Ups, não me lembro. Não tenho cancela nas escadas, nem protetores nas tomadas, nem travões na gaveta dos talheres e no armário dos detergentes. Nem redutor na sanita. Não gosto de coisinhas de bebé. Não faço ideia em que percentil estão. Não comprei livros. Não quero saber o que dizem o Mário Cordeiro, o Daniel Sampaio e o Eduardo Sá. E não me interessa o que pensam as outras mães. Eu nem sequer tenho planos para os meus filhos.



Escrito pela Mãe Preocupada, no seu blogue com o mesmo nome

(Todos os posts com referências a blogues fechados a comentários, também não terão a caixa aberta, por respeito ao seu autor.)

Das fotos com vida

Tuesday, 26 April 2011

Mamie Gummer (filha de Meryl Sreep) fotografada para a Marie Claire por David Roemer, 2011

Ainda o filme "Last Night"


Keira Knightley e Guillaume Canet em "Last Night"

Para além do óbvio - o filme podia ser uma bela porcaria que passava a ser lindo graças à presença e respectivo sorriso do Guillaume Canet - fiquei impressionada com a magreza da Keira Knightley. Ela de ano para ano definha a olhos vistos. Ela é linda, linda, que é, mas com dez quilos a mais em cima seria um assombro.

Estes dias parecerão uma eternidade

Monday, 25 April 2011

































Elle Fanning fotografada por Damon Heath

Ain't no sunshine when she's gone
Only darkness everyday
Ain't no sunshine when she's gone
And this house just ain't no home
Anytime she goes away

Bill Withers - Ain't No Sunshine

Think Pink

Sunday, 24 April 2011

Uma Páscoa Feliz


























Nicole Richie

Nunca liguei nada à Páscoa. Aliás, a Páscoa não me diz basicamente nada. Nos últimos anos, passei-a quase sempre fora. Nos últimos três anos concretamente estive sempre em Nova Iorque por esta altura, sem me lembrar sequer do dia em que estava. Este ano, a Páscoa ainda é menos importante. A família perdeu uma pessoa muito importante, está triste, e se há coisa da qual não se tem vontade é de grandes comemorações, grandes almoços ou grandes jantares. O único desejo que tenho pedido nos últimos dias é paz. Paz e algum descanso. E, felizmente, é isso que tem acontecido. Andar ao sabor do vento. Levantar tarde. Descansar. Ler. Ficar em casa a ver séries com a Princesinha. Irmos as duas às compras sem pressas. Irmos ao cinema.
Uma Páscoa Feliz para todos.

Saturday, 23 April 2011

Cinco estrelas

Friday, 22 April 2011

Thursday, 21 April 2011

Elle Fanning

Desde que entrou na minha vida, ela tem sido tudo para mim. A minha felicidade, a minha serenidade, os meus sonhos. Como é possível alguém ser assim dona de um encanto tão especial? Como é possível alguém com tão pouca idade ser dona de uma maturidade tão grande? Pergunto-me muitas vezes, como é possível? E como é possível eu não ficar orgulhosa, em demasia até, de saber que um dia ela me escolheu para ser sua mãe?

Paulo Futre a primeiro-ministro, já!

Wednesday, 20 April 2011

Sempre adorei Licor Beirão. Sempre foi uma das minhas bebidas de eleição (já o caipirão é para esquecer). Mas sempre achei as publicidades do mais rasca e sem graça que há. Aliás, não acredito que haja alguém que tenha começado a beber Licor Beirão seduzido pelas suas criativas publicidades, como acontece com outras bebidas, por exemplo. No entanto, Lisboa acordou hoje com centenas de placards, múpis e afins, amarelões, com o Paulo Futre de dedo em riste, naquela que, para mim, é a mais engraçada campanha publicitária de rua dos últimos tempos. Claro que continua a manter aquele registo popular e brejeiro, mas que tem piada, tem. Sobretudo nesta altura em que estamos todos fartos da classe política e dos seus compadrios.

Haja alguém que impeça aquele matrimónio

James Garner e Audrey Hepburn no set de "The Children’s Hour"

Hoje, numa joalharia, um casal discutiu tanto sobre as alianças que iriam escolher para o casamento (com direito a chamarem nomes um ao outro e tudo) que eu só pensava para os meus botões - é por estas e por outras que há tanto divórcio. Ora se para escolherem umas míseras alianças fizeram aquela chinfrineira, nem quero pensar para o resto. Haja decoro.

Think Pink

Tuesday, 19 April 2011

Da gratidão

Liv Tyler fotografada por Norman Jean Roy

Perceber que pessoas que não nos conhecem de lado nenhum, apenas lêem o blogue, retiram um pouquinho do seu tempo diário para vir aqui - quer à caixa de comentários, quer à caixa de e-mail -  deixar uma palavra de carinho e de apoio nos nossos momentos mais frágeis, é das coisas mais reconfortantes da vida. Obrigada a todos. Do fundo do coração.

Será que vale a pena correr estes riscos?

Monday, 18 April 2011

É incrível a exposição à qual estão sujeitas hoje em dia as crianças. São as redes sociais pejadas de fotos dos filhos ( muitas vezes quase sem roupa) abertas a todos. São os blogues pejados de fotos e de histórias dos filhos. São os fóruns de mães onde se fala de tudo, desde o pediatra a que se leva o filho, passando pelo nome completo da criança, até ao colégio onde andam, ali à vista de toda a gente. Acho que as mães não têm qualquer pretensiosismo nisso. Querem apenas mostrar ao mundo aquilo que de mais precioso têm. O que me parece que algumas mães não percebem, ou então fingem que não percebem, pois fica bem mostrar ao mundo que os seus filhos são os mais maravilhosos, os mais bonitos, os mais perfeitinhos do mundo, é que colocar as fotos dos seus filhos menores nos blogues e afins, ainda que com a carinha tapada, ainda que com a cabeça cortada, é o mesmo que colocar as mesmas espalhadas pelas ruas de uma qualquer cidade, juntamente com aqueles placards de concertos e de corridas de touros. Não percebem que qualquer pessoa reles - tarados, pedófilos, loucos-  tem acesso às fotos daqueles bebés lindos e inocentes. O que é uma pena. É que uma coisa é colocar fotos de alguém que nos deu autorização para tal, e outra coisa é colocar fotos de alguém que ainda não tem discernimento suficiente para decidir seja o que for. Faz-me cada vez mais confusão este tipo de comportamentos. Sobretudo sabendo-se como se sabe hoje dos perigos da pedofilia e afins na internet. Sobretudo sabendo-se como se sabe hoje que há sites de pedofilia onde gente sem escrúpulos ganha dinheiro com as fotos que se vão roubando dos Facebooks e dos blogues destas mães e destes pais. Será que vale a pena correr esses riscos?

Think Pink

Indispensável na viagem

Sunday, 17 April 2011

Vinho, Coca-Cola para a Princesinha e os nossos óculos Wayfarer.

Ciao Roma

Quando, na passagem de ano de 2006 para 2007, atirei uma moedinha para as águas da Fontana di Trevi (a minha parte favorita da cidade), em Roma, estava longe de imaginar que, cinco anos depois, voltaria ao mesmo sítio, mas, desta vez, com a minha Princesinha e com o meu Amor, para aquela que seria a nossa primeira viagem juntos. Há quem diga que não devemos voltar aos locais onde fomos felizes, eu acho que devemos, sobretudo para ver que a felicidade como a víamos antes é completamente diferente da felicidade como a vemos hoje.

Da perda

Sunday, 10 April 2011

Depois de meses e meses de sofrimento, o meu irmão mais velho partiu. Aquilo que nós achámos que era a luzinha ao fundo do túnel - a cirurgia, revelou-se, afinal, o pior pesadelo, o princípio do fim -  de uma luta inglória que ele travou até ao fim, sempre com tanta força e dignidade. Ele partiu. Num final de uma tarde de sol, mas de chuva e tristeza no meu coração. E eu ainda não sei como lidar com a sua ausência. Talvez nunca consiga. Ele faz muita falta. Faz falta a toda a gente. Como filho. Como pai. Como marido. Como irmão. Como amigo. E eu já não tenho ninguém para discutir política nos almoços e jantares de família. É um lugar vazio que fica. Vazio da sua presença, mas pleno de memórias tão especiais.

Outro filme que vai entrar para os meus favoritos

Sunday, 3 April 2011

Lindo, lindo, lindo.

Das fotos com vida

Saturday, 2 April 2011

Elizabeth Taylor e Montgomery Clift no filme "A Place In the Sun"

Palavras que podiam ser minhas

Kirsten Dunst

Eu não ia linkar o texto todo. Queria linkar apenas uma parte. Mas a verdade é que não consegui fazer isso, porque o texto ilustra, do princípio ao fim, aquilo que eu penso em relação a tudo isto.


Ligo a tevê nas notícias e só ouço falar em FMI, crise, taxas de juro, ratings, os raspanetes da Merkel, o gozo dos ingleses, os conselhos dos irlandeses, que somos o "lixo" da Europa, que vamos falir, soçobrar, desaparecer do mapa, kaput. Os jornalistas falam da crise económica como se noticiassem o tsunami no Japão, uma horrível desgraça natural da qual não vão restar sobreviventes, embora por enquanto esbracejemos vivos por entre os escombros da derrocada, e apareçamos em directos escabrosos feitos de tripas e sangue. Ora, eu saio à rua e parece-me que a vida continua mais ou menos como sempre. Estamos no geral mais pobres, é certo, temos menor qualidade de vida, compramos casas com menos assoalhadas, mais longe dos sítios onde trabalhamos, levantamo-nos mais cedo. Temos dificuldades, muitos de nós desempregados, alguns porque não querem lavar escadas, outros viciados no subsídio. Na rua, as pessoas continuam a entrar nas lojas, as mulheres a cobiçar o mesmo único top. Compramos menos, compramos pouco, mais marcas brancas, menos gourmet, cortamos nos pequenos luxos. Menos livros, menos revistas, mas os carros continuam a enxamear a cidade nas horas de ponta, apesar dos combustíveis. Gente é despedida mas gente também é contratada; vendem-se casas, arrendam-se outras, menos dinheiro passa entre mãos. O sol nasce e põe-se, os nossos putos vão e vêm das escolas, das creches. Muitas são públicas - e são boas. Os mais velhos têm as mesmas crises vocacionais que tínhamos com a idade deles, mas muito mais escolha e um ministério com computadores que os ajuda a escolher. Têm o Erasmus, os voluntariados, a net que nunca os deixa sozinhos. Vivemos numa democracia e eu não tenho de usar burka nem chador quando saio à rua. Ganho menos, não tenho a vida fácil que tinha há uns anos (por outras razões que não apenas a crise), mas a praia continua lá, o mar, a areia, as arribas e é tudo de graça. Há filmes e séries giras, cada vez mais sítios para sairmos à noite, esplanadas onde podemos beber um café por menos de um euro e gozar a vista, cheirar o sol, rir com um amigo. Continuamos a apaixonar-nos; pelo novo namorado, pela filha que nasce, pelo sobrinho, pela vizinha do lado, pelo cão que trouxemos do canil. Andamos cansados, temos de dar mais de nós para receber o mesmo (ou menos ainda), mas temos hospitais, seguros de saúde, parques infantis, ciclovias. As rádios dão-nos música, chateamo-nos com o chefe, com a puta da colega que nos lixa, saímos à porta para esfumaçar, inspiramos fundo, voltamos a entrar. Trabalhamos em merdas de que não gostamos mas paciência, é assim com quase todos. O manel da tasca continua a servir copos de três e amarguinhas aos agentes da ordem, apesar da carga iminente do FMI. As administrativas continuam a falar do namorado da alexandra lencastre e do cristianinho. E apercebemo-nos de que o histerismo televisivo-jornalístico que nos prevê o armagedão é um bocado apenas isso mesmo: histerismo, obsessão, gritaria, politiquice rasteira à desgarrada, dia após dia e sempre no prime time. Tudo amplificado pelos jovens precários que querem a luta e que se acham únicos e singulares na sua normal incerteza de princípio de vida; e pelos políticos, que incutem no povo esta novel fobia por abstracções cujo significado este mal entende, feitas de siglas, acrónimos e de estrangeirismos que seguramente nos farão mal, muito mal. Andamos com medo, mas não sabemos exactamente de quê. E eu, apesar de estar quase nas lonas, de lamber as montras e de pouco ou nada poder comprar para além daquilo com que faço questão de mimar os meus, acho que é importante ter isto em perspectiva: não obstante os ai-jesus europeus e do mundo em geral em relação ao suposto lixo que é Portugal (e que nos são diariamente gritados aos ouvidos), temos carros, ruas, jardins, pessoas, mulheres de mini-saia, bebés nas cadeirinhas, autocarros, mini-pratos, menus do dia, jornais de ontem, salas de cinema, pipocas, imperiais, pão fresco - e ainda montras para lamber.


Escrito por Sofia Vieira, no seu blogue Controversa Maresia


Das pessoas admiráveis

Friday, 1 April 2011

Estar completamente careca, devido a tratamentos de quimioterapia, e andar na rua sem uma  peruca, sem um lenço, ou sem o que quer que seja para disfarçar essa situação, não é para qualquer mulher. Eu, por exemplo, acho que nunca conseguiria. Tem de se ser mesmo muito forte e muito corajosa para enfrentar os olhares de pena e os comentários das pessoas ou os dedos em riste das crianças, que são inevitáveis. Hoje vi uma mulher assim. Linda, linda, com um brilho inacreditável. Passei o resto do meu dia a pensar nela. Nela e na sua coragem.

Vamos cair em bancarrota? Who cares? Afinal de contas, é sexta-feira!























Marlon Brando fotografado por Richard Avedon

O homem mais lindo de sempre (sim, envelheceu muito mal) pela objectiva do meu fotógrafo favorito de sempre.
 

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