Das palavras que poderiam ser minhas
"Crato, com um coro de comentadores que acham excelente o direito à greve desde que seja inócuo, queixa-se da instabilidade que está a ser causada nas escolas. Querem falar de instabilidade? Podemos falar da que ele próprio está a causar quando, sozinho, decidiu suspender o programa de matemática que comprovadamente melhores resultados conseguiu nas escolas. Porque ele não gosta do programa e longe vão os tempos em que o colunista Crato criticava o centralismo autoritário do Ministério da Educação. Estamos a meio de junho e os professores de matemática não sabem que programa vão dar para o ano. Ainda não há manuais e logo se irá improvisar. Isto é a instabilidade que me preocupa porque sou dos que pensam que a escola serve, antes de tudo, para ensinar. Só depois para avaliar.
Instabilidade nas escolas? Mas haverá maior instabilidade do que aquela que é causada pelo terror que Crato espalhou nas escolas, com milhares de professores a desconhecerem em absoluto quanto tempo faltará para que fiquem desempregados? Julgará o governo que isso não se sente nas salas de aula?
O governo quer falar do prejuízo para os estudantes? E que tal falarmos da redução de verbas para alimentação de alunos desfavorecidos, que hoje experimentam a fome na sala de aula por causa da criminosa política de austeridade? Ou do aumento do número de alunos por turma, que torna o acompanhamento aos estudantes com mais dificuldades numa impossibilidade. Ou do ataque ao enriquecimento curricular, que deixará milhares de famílias sem saber o que fazer aos seus filhos quando estes saírem das aulas.
O governo quer falar de prejuízos para a educação e para o País? E que tal falarmos dos 40% de estudantes que, indo fazer os exames do 12º ano, já sabem que não querem concorrer à Universidade? Um percentagem sem precedentes na nossa história recente que se explica pelas dificuldades financeiras das famílias, incapazes de comportarem os estudos por mais um ano que seja.!"
Escrito por Daniel Oliveira, no Expresso
Ler a crónica toda aqui
O tempo corre
Friday, 14 June 2013
Uma pessoa apercebe-se de que está velha quando chega ao final do ano letivo e percebe que os diabinhos que ainda há tão pouco tempo entraram para o primeiro ano já se transformaram nuns homenzinhos e numas mulherzinhas e já vão a caminho do quarto ano. Socorro.
Das coisas que nos envergonham
Thursday, 13 June 2013
Se há coisa que eu abomino nesta vida são touradas, toureiros, forcados, e tudo o que a esta coisa está relacionado. Não consigo compreender o prazer de gostar e de aplaudir um espetáculo que termina com um touro a escorrer sangue, sem forças, numa arena. É chocante e tenho vergonha de viver num país onde se permitem barbáries destas. Mas adiante. João Moura Jr, que pelo que percebo deverá ser um daqueles cavaleiros que anda em cima de um cavalo, de fato justo e foleiro, a atirar farpas para cima de inocentes touros (ai tão machos e tão fortes que eles são, queria ver se as tentassem atirar do chão, isso é que era), lembrou-se de vender os seus cães no facebook. E que fotos é que a criatura põe para tentar concretizar o negócio? As fotos dos ditos cães a atacarem, literalmente, uma vaca, como que a dizer - vejam bem a qualidade destes cães, até atacam outros animais (que pena não o terem atacado a ele). Mas, esperem, diz o seu agente que não estão a atacar coisíssima nenhuma, diz que estão apenas a ladrar para assustar a vaca, como facilmente se nota pela fotografia.
Obrigada, mais uma vez, Facebook, por continuares o teu trabalho de denunciar gente idiota.
Da felicidade
Tuesday, 11 June 2013
Elle Faning
As pessoas quando sabem que eu adotei a minha Princesinha gabam sempre a minha atitude. As pessoas esquecem-se de que da mesma maneira que eu fiz algo por ela, ela também o fez por mim. Se eu a ajudei, ela ainda me ajudou mais. O que ela tem feito por mim tem sido inexplicável. Tudo é mágico ao seu lado. Ela é tão especial, tão única, tão linda em todos os sentidos, que a minha crença em Deus, que andava tão tremida antes de ela aparecer, se tornou sólida e madura. Ela é a prova de que Deus existe, pois só Deus poderia criar alguém tão especial. E eu não me canso de Lhe agradecer o presente de tê-la trazido para a minha vida.
Até as princesas têm desgostos de amor
Sunday, 9 June 2013
Madalena da Suécia mantinha uma relação estável de cerca de oito anos com Jonas Bergstorm, quando, de casamento marcado, o estupor achou por bem traí-la. Foi um escândalo. A fulaninha com quem ele a traíu foi para os tablóides contar todos os pormenores e a pobre princesa sofreu a maior humilhação da sua vida. Ora se para qualquer mulher já é difícil passar pela humilhação de uma traição, nem quero imaginar para uma princesa com toda a sua vida exposta. O desgosto foi de tal ordem que Madalena decidiu mudar de cor de cabelo e de vida. Mudou-se para Nova Iorque e aí encontrou o seu amor, Chris O'Neill. Casaram-se ontem. Como se costuma dizer - Que sejam felizes para sempre.
Dos casais apaixonados
Saturday, 8 June 2013
Ryan Gosling e Carey Mulligan em "Drive" 2011
Não há casais apaixonados mais bonitos do que aqueles em que ambos, tendo sofrido muito na vida, conseguiram curar-se com o amor a que se permitiram viver.
Escrito pela D., numa das minhas mais divertidas e interessantes descobertas blogosféricas - o blogue Menos Gordura, Mais romance!
Não há casais apaixonados mais bonitos do que aqueles em que ambos, tendo sofrido muito na vida, conseguiram curar-se com o amor a que se permitiram viver.
Escrito pela D., numa das minhas mais divertidas e interessantes descobertas blogosféricas - o blogue Menos Gordura, Mais romance!
☺
Sunday, 2 June 2013
Eu não me lembro de ver os portugueses tão irritados, desanimados e tristes. Por isso, pergunto, para quando o Rubber Duck em Lisboa (e quem diz em Lisboa diz no resto do pais)?
A Love Story Of Sorts
Friday, 31 May 2013
I originally wrote this for the sweet and amazing Nicole at My Teacups in Peony,
as part of her Love Story series...we thought it might be a neat little
twist. Instead, I am posting it on my blog because as much as it is a
Love Story, I truly adore how hers are stories of couples, and she was
gracious and kind enough (of course) to understand and support me
posting it here...for you. Especially because ya'll have been with me
on this journey of mine. You should definitely check out Nicole's blog
if you don't read it already, it's lovely!
So It's a Love Story...of sorts.
I
haven't been single since the 4th grade. Brandon Payne brought me
flowers on the playground (lil pimp) and I was smitten with him all the
way to middle school where I promptly broke his lil heart and have since
dated and loved some of the most wonderful men with whom I shared
amazing years, take your breath away special moments, and built
memories, some I thought would last forever.
They didn't.

I am single, at this moment, tonight, by choice.
I ended my last relationship in April, and the past 6 months have
taken me on a journey that at first had me kicking and screaming, crying
and fighting. I didn't want to be single, you see. I wasn't supposed to be. I
experienced a particularly rough weekend, a few months ago, filled with
horrible dates, wasted makeup, multiple teary calls to my best friend
after which I told myself NO MORE DATING. Me? I am the worlds BEST
girlfriend, I thought. I have so much love to give! What am I going to
do with all of it? Why is God, the universe just letting it go to
waste? Where's Ashton because I am totes being punked!
It was one of those moments...lightbulb, kick in the ass, whatever. Maybe I was wasting it on those who were undeserving. What if instead, I channeled all that love into...myself??
I stuck to it. My love story is one of turning inward...and
learning to love myself, on my own. I used to depend on my significant
other for so much, and I'm talking about way more than late night runs
to CVS to bring me ice cream. My self worth, my identity, was always
wrapped up completely in whomever I was dating. I lost friends. I hate
to say that I was at times, that girl. I'm still a work in progress, but I have never felt as complete as I do now...single. Of
course I get lonely, and miss having a chest to rest my head on at
night. It's in those moments, where I look at my grandma's rosary
hanging from the lamp on my bedside table, barely lit up by a street
light and remember...now doesn't mean it's going to be forever.
Have you ever felt your heart getting stronger or seen your identity
emerge with a force you've never known? I am so different...and I love
it. I have had so much time alone to think...to work on myself and
figure out what exactly I need from my next, and hopefully last,
partner.

I love being in love, you guys. I'm good at it.
I truly believe that it is out there for me, again. HE is. I believe
that if I had settled, or stayed or forgave yet again, sure I might be
part of a couple, an "us", but I wouldn't be happy. I would always
wonder...about myself, and about him.
Life
leads us on so many different journeys, takes us places we never
expected to go. I believe my love story began when I broke free of
those expectations and let go...instead of wanting what I didn't have, I
began appreciating every single thing I DO have....all the love being
literally showered on me by family, friends, even and especially my bloggy ladies (and gents! there are like 3 of ya)...and
I began to love them back with the same vengeance and fierceness. I
began to get to know Liz again...Not" Liz and Derek", or "Evan's
girlfriend Liz." (Names have been changed to protect the dbags.)

With
that said, I can't wait to meet HIM. Now, when I meet someone I am
willing to invest in, I don't forget who I am, what I have learned in
the past 6 months, the things you have helped me see. My self
worth, my identity will never be dependent on a man. The next man in
my life will encourage my friendships, because these ladies aren't going
anywhere, ever. I will never stop loving myself, because as I've told
so many friends before and finally decided to take my own advice...How can anyone truly love you when you don't completely love yourself?
Cristiano Ronaldo, volta, estás perdoado!
Thursday, 30 May 2013
Messi posa em roupa interior para a Dolce &Gabbana e eu só consigo dizer uma coisa: meeedo. Nada contra o rapaz, mas, caramba, tenho para mim que até o Tino de Rans conseguia ser mais sensual do que este rapaz.
E ainda falamos mal do nosso Portugalinho
É frequente por cá ouvir dizer a frase: só neste país é que coisas destas acontecem. Mas o que dizer da violência e da confusão que se está a passar em França pela aprovação da lei que permite o casamento aos casais do mesmo sexo? Uma tristeza.
Por outro lado
Wednesday, 29 May 2013
Apesar de não ter grande jeito para a fotografia, devo confessar que sempre tive vontade de fotografar a mesma árvore durante um ano. Já tinha visto uma coisa desse género há uns anos e adorei. Mark Hirsch, um fotógrafo americano do Wisconsin, fê-lo de uma forma magnífica. Fotografou durante um ano, com o seu iPhone, um carvalho. Nos dias de frio. De calor. De chuva. De neve. De sol. De noite. De dia. Sozinho. Acompanhado. De todos os ângulos possíveis. E o resultado está aqui: That Tree.
Não há ninguém que lhe dê uns bons tabefes e a fotografe de seguida (tudo em nome da arte, claro)?
A conceituada fotógrafa Jill Greenberg deu chupa-chupas a várias crianças tirando-os logo de seguida para as fotografar de lágrimas nos olhos. O resultado é isto . Apesar de este trabalho já ser relativamente antigo (2006), só agora o fiquei a conhecer através de alguns meios de comunicação social. E é incrível o que é feito em nome da arte. Sim, porque se há coisa agradável de ver são crianças sem roupa e em sofrimento, ainda que por um chupa-chupa.
Do futebol
Monday, 27 May 2013
Quem me lê há muito tempo sabe que eu abomino futebol. Cada vez mais. Mas também é verdade que já desisti de me indignar com ele e com tudo o que gira à sua volta. É simples, evito ao máximo ver e ouvir tudo o que a ele está relacionado. As paixões não devem ser discutidas e a do futebol muito menos. Se as pessoas querem chorar e chatear-se porque onze marmanjos não marcaram golos na baliza adversária, pois que o façam. Só peço que não me chateiem com esses assuntos. Mas nestes dias é inevitável uma pessoa não chegar ao futebol. Ele está por todo o lado. E, por isso, acabei por ver aquele empurrão daquele jogador para com o seu treinador e achei simplesmente vergonhoso, e, pior do que isso, foi ver a normalidade com que aquilo se encarou. A maior parte dos comentários que li e ouvi até concordavam com aquela atitude. Como se fosse normal um jogador agredir um treinador. E eu percebi mais uma vez por que razão não consigo gostar deste desporto.
Das indecisões
Ando há uns dias para ir ao cinema ver o The Great Gatsby, mas o medo de apanhar uma valente desilusão com mais esta adaptação cinematográfica de um dos meus livros favoritos tem-me impedido de ir. É como se não quisesse estragar novamente algo que por si só já é perfeito - o livro.
Do cabelo
Thursday, 23 May 2013
Há anos que uso o cabelo bem comprido. Comecei a deixar crescer por volta dos dezoito e nunca mais tive coragem de fazer cortes radicais. Usei risco ao lado, depois ao meio, depois ao lado. Escadeei, acertei, mas mantive quase sempre o mesmo comprimento. Fiz madeixas por volta dos vinte anos e arrependi-me logo à saída do cabeleireiro. Depois disso, mantive sempre a sua cor natural. Sempre que cortava o cabelo ninguém notava, porque raramente passava dos três dedos. Habituei-me a isso. Adoro ver cortes diferentes nos outros, mas em mim faltou sempre a coragem. Além de que sempre gostei dele como era. Mas ultimamente andava farta de ver aquele cabelão e já quase me sentia uma concorrente do big brother, daquelas cheias de extensões. E, digamos que, a partir de certa idade não gosto de ver o cabelo muito comprido, ainda que bem tratado. Por isso, há cerca de dois dias decidi dar o grito do ipiranga. Não, não fiz um daqueles cortes radicais. Mas cortei tanto que todas as pessoas, para além dos meus dois Amores, repararam. E isso é mais raro do que a passagem do cometa Halley pela terra. Sinto-me mais leve, sem dúvida.
Estava mais ou menos assim:
Demi Moore
E ficou mais ou menos assim:
Mila Kunis
Estava mais ou menos assim:
Demi Moore
E ficou mais ou menos assim:
Mila Kunis
Dos Globos de ouro
Sunday, 19 May 2013
No meio da piroseira do costume, de muita mama ao léu, das Patrocínias com decotes assustadores, das Jacques, das Lucianas, das Ronaldas, aparece a Luísa Beirão. Elegantérrima como sempre. Também é verdade que nesta mulher tudo fica bem.
Como cantavam os outros: always look on the bright side of life
Frida Gustavsson em “Movie Star” fotografada por Andreas Ohlund para a Elle Sweden, novembro 2011
Obrigada, São Pedro, por me teres lavado o carro com a tua chuva dos últimos dias, evitando, assim, trabalho e poupando alguns trocos.
Das boas notícias
Das fotos com vida
"New Shoes" de Gerald Waller
No final da Segunda Guerra Mundial, um órfão austríaco de 6 anos abraça os seus novos sapatos, oferecidos pela Cruz Vermelha. Simplesmente adorável. E uma das minhas fotos favoritas.
No final da Segunda Guerra Mundial, um órfão austríaco de 6 anos abraça os seus novos sapatos, oferecidos pela Cruz Vermelha. Simplesmente adorável. E uma das minhas fotos favoritas.
...
Estava por aqui a deambular pela net e reparo neste post da Martine que diz precisamente aquilo que eu penso sobre o caso McCann.
Em tempos de internet, nem tudo o que parece... é!
Friday, 17 May 2013
Em tempos de internet é muito fácil acreditarmos em determinadas coisas que são falsas. Eu já acreditei em algumas. Neste momento anda a circular esta imagem, supostamente retirada de um exame feito por um aluno do quarto ano, e, a avaliar pelo facebook, anda meio mundo a acreditar nela. Mas ela é totalmente falsa. Em primeiro lugar, porque os exames são corrigidos com a maior seriedade possível e, deste modo, não acredito que um professor pusesse a circular uma imagem de um exame de um aluno. Em segundo lugar, porque o exame fica tal e qual como foi entregue pelo aluno. Não se pode riscar, corrigir, colocar pontos de interrogação, como se vê na imagem. Os exames são vistos e a pontuação de cada pergunta (obedecendo a rigorosos critérios de correção) é posta numa tabela. Portanto, o autor disto, que com certeza deve ter retirado o exame de um dos quaisquer sites que disponibilizam o exame, deve estar bem divertido. A brincadeira deu os seus frutos.
Das heroínas
Thursday, 16 May 2013
Fotos retiradas daqui: The Scar Project
A respeito da dupla mastectomia preventiva a que a Angelina Jolie se submeteu já li diversas opiniões. E quase todas se situam em extremos. Uns acham um absurdo, porque devemos sempre esperar pelo que a vida nos reserva, além de que este procedimento não evita que ela morra desta doença. Outros acham-na uma heroína, um exemplo para todas as mulheres. Eu não concordo nem com uma opinião nem com outra. Eu, no lugar dela, e, pesando os prós e os contras e, tendo em conta que tem quase noventa por cento de probabilidades de vir a ter cancro da mama, que viu a mãe morrer relativamente nova deste problema e tendo em conta que ela tem acesso aos melhores médicos e aos tratamentos mais eficazes, possivelmente também o faria. Preferiria sujeitar-me a tudo isto (que não deve ser nada fácil), mesmo correndo outros riscos, do que viver uma vida obcecada com o dia em que iria descobrir algo no peito. Mas isso faria de mim uma heroína? Eu acho que não, mesmo sendo esta uma decisão muito difícil e corajosa. Continuo a achar que heroínas são todas as mulheres que sofrem ou sofreram desta doença, que se submeteram a cirurgias radicais e agressivos tratamentos de radioterapia e quimioterapia, com todas as dores físicas e psicológicas que isso implica, e que se viram verdadeiramente mutiladas sem nada poderem fazer para corrigir ou evitar isso.
Estado em que se encontra este blogue
Tuesday, 14 May 2013
A ver o American Idol e a pensar no quanto me apetece esbofetear a Nicki Minaj. Não havia mesmo ninguém que percebesse realmente de música e que não fosse tão irritante? Por outro lado, a Mariah Carey é uma lady.
Parabéns, meu Amor
Monday, 13 May 2013
Brad Pitt e Cate Blanchett em "The Curious Case of Benjamin Button"
Quem é que tem a sorte de ter um amor dele ou dela que ama ou que tem, seja amado ou amada? Tenho eu e conheço muitas pessoas que já têm ou que vão ter. Mas, tal como todos os outros apaixonados e todas as outras apaixonadas, desconfio, com calor na alma, que ninguém tem o amor que* eu tenho pelo meu Amor. Hoje é um dia muito especial. Há uns anos, neste dia, nascia ele, o Homem da minha vida, o meu Príncipe, o meu Amor.
Parabéns, meu Amor. Que sejas sempre tão feliz como eu tenho sido contigo.
(*Miguel Esteves Cardoso)
Quem é que tem a sorte de ter um amor dele ou dela que ama ou que tem, seja amado ou amada? Tenho eu e conheço muitas pessoas que já têm ou que vão ter. Mas, tal como todos os outros apaixonados e todas as outras apaixonadas, desconfio, com calor na alma, que ninguém tem o amor que* eu tenho pelo meu Amor. Hoje é um dia muito especial. Há uns anos, neste dia, nascia ele, o Homem da minha vida, o meu Príncipe, o meu Amor.
Parabéns, meu Amor. Que sejas sempre tão feliz como eu tenho sido contigo.
(*Miguel Esteves Cardoso)
Das séries que nos marcam
Comecei a gostar verdadeiramente da série "Sex and the City" por volta da terceira temporada. Não, não gostei logo das quatro no início. Não me identificava com qualquer uma delas e achava tudo demasiado exagerado e demasiado promíscuo. E, agora que ando a rever a primeira temporada da série, a única que não tenho em dvd, e que está agora a passar na Fox Life, tenho confirmado isso. A Carrie, então, é a mais tola. E continuo sem perceber como é que no final da série e no filme ela fica com o Big, se aquela relação nasce torta desde o início e a piquena passa a vida a contentar-se com migalhas.
A time for love... I do!
Friday, 10 May 2013
Foi o horror e a tragédia quando se percebeu que a Keira Knightley já tinha usado numa qualquer festa em 2008 o vestido que usou no dia do seu casamento. Não tendo eu qualquer tipo de paciência para bridezillas nem para gente que se endivida para transformar casamentos em circos, achei bonita toda esta simplicidade. E quem sabe se o vestido não tem alguma história na relação dos dois? Eu ia jurar que sim.
☼
Wednesday, 1 May 2013
Toni Garrn para Madame Figaro, abril 2013
A maior parte das pessoas ficou triste porque hoje, feriado, não esteve um sol e um calor de rachar. Nós ficámos felizes por podermos ir a uma esplanada à beira-mar almoçar, sem termos de quase andar à porrada para estacionar o carro a quilómetros do local e sem termos de morrer de fome antes de sermos atendidos no restaurante. Eu adoro o verão e o calor (desde que não seja em excesso), mas confesso que me falta cada vez mais a paciência para a confusão que se instala junto ao mar nesses dias.
A maior parte das pessoas ficou triste porque hoje, feriado, não esteve um sol e um calor de rachar. Nós ficámos felizes por podermos ir a uma esplanada à beira-mar almoçar, sem termos de quase andar à porrada para estacionar o carro a quilómetros do local e sem termos de morrer de fome antes de sermos atendidos no restaurante. Eu adoro o verão e o calor (desde que não seja em excesso), mas confesso que me falta cada vez mais a paciência para a confusão que se instala junto ao mar nesses dias.
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