
Quando oiço colegas das AECs (que são extraordinariamente mal pagos, ainda por cima a recibos verdes, podendo ser postos na rua a qualquer momento) a queixarem-se da vida, digo-lhes sempre para usarem a cabeça da melhor forma que conseguirem.
Vejamos o caso da professora que posou para a Playboy. Estava a trabalhar nas AECs, a ganhar uma ninharia. Ninguém falava da pobre coitada (que toda a gente já percebeu que não quer nada aparecer, nada). Agora é vê-la aí a sair de limusina branca envergando vestidos xpto e a ser tratada como uma Paris Hilton tuga, por essas discotecas da província fora.
Não deve tardar muito terá uma crónica num qualquer desses jornais. Daí até à publicação do livro será um passinho (ora, se até a do Clube das Virgens publicou um livro...). Casa-se com o namorado, um fuzileiro tatuado que conheceu através do hi5. E, pronto, vidinha arrumada.
Como dizia o meu avozinho, quem tem unhas toca viola e o resto são cantigas.
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