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E nunca mais estreia o "Black Swan"

Monday, 31 January 2011

































Natalie Portman vestida por Azzaro’s “Jungle”

Há quem diga que as mulheres grávidas ficam bonitas com qualquer roupa. Eu não concordo nada. Há mulheres que perdem completamente a noção do ridículo quando engravidam, achando que por estarem grávidas podem tudo, podem mostrar tudo e da maneira que quiserem, pois a gravidez é um estado de graça e tudo fica bem, mesmo que secretamente nos façam lembrar um pequeno e inofensivo ogre. Isto tudo para dizer que a Natalie Portman estava absolutamente deslumbrante nos SAG Awards.

Que nojo!

Sunday, 30 January 2011

Anna Paquin fotografada por Cliff Watts, 2009

O meu dia estava a correr lindamente -  o sol estava radiante e havia no ar a promessa de um maravilhoso almoço à beira-mar - até ao momento em que parei nas bombas de gasolina (locais onde só apetece gritar em altos berros - vão mazé roubar para a estrada!) e dei de caras com a fronha do pedófilo - mor Carlos Cruz, na capa de uma revista, a rir-se e a agradecer a Deus, pelo facto de o pau mandado ter vindo agora dizer que afinal aquela corja de seres abjectos e repugnantes é toda inocente.

Think Pink

Saturday, 29 January 2011

Terminou o SYTYCD, e agora?

 
Apesar de também adorar o Russell, que acabou por vencer, o meu favorito sempre foi o Jakob. E foi ele que protagonizou a minha coreografia preferida, aquela que me arrepiou até à ponta dos cabelos. Ele e a Kathryn.

Mais um para os meus favoritos

Friday, 28 January 2011

Já há muito que não gostava assim tanto de um filme. Gostei tanto, que quando terminou até fiquei bastante irritada com o Senhor - com letra maiúscula - Clint Eastwood, por não ter feito um filme com dez ou vinte horas. É que se dependesse de mim, ainda agora lá estava naquela sala de cinema.

Think Pink

Tuesday, 25 January 2011

Saudades.

Dos nomeados para os Óscares

Ainda me hão-de explicar qual é a piada do filme "A Rede Social"? Fui só eu que achei aquilo um longo bocejo, do princípio ao fim, sem nada de novo? É que nem o facto de ter sido realizado pelo David Fincher, que realizou alguns dos meus filmes favoritos, me convence.

Das raparigas que vão mudar alguma coisa no mundo

Elle Fanning fotografada por Steven Pan  


Adoro raparigas corajosas e independentes, daquelas em quem podemos confiar totalmente, apesar da pouca idade. Raparigas que não precisam de ninguém para se meterem no primeiro avião e irem ao outro lado do mundo, só para ajudarem alguém. Raparigas que não precisam de ninguém para irem a qualquer lado, mesmo que a esse lado se vá quase sempre acompanhado. Raparigas que adoram estar sozinhas e precisam também de estar sozinhas. Mas, ao mesmo tempo, raparigas que fazem tudo por aqueles que amam e por aqueles que não amam. Raparigas para as quais não há impossíveis, sobretudo quando está em jogo ajudar alguém. E, enquanto as restantes raparigas da sua idade estão ocupadas com caprichos e amuos por não poderem sair à noite ou por não terem aquele vestido curto, elas tentam salvar vidas e fazer alguma diferença no mundo.

A Leighton Meester ou de como há mulheres que até com um saquinho do lixo ficam bem

Monday, 24 January 2011

































Leighton Meester vestida por Michael Kors

Think Pink

Saturday, 22 January 2011

O Amor é um Lugar Estranho - Pelo meu amigo Diogo (que passa a vida a queixar-se das mulheres)

Thursday, 20 January 2011

Marilyn Monroe fotografada por Andres de Dienes, 1953

30’s: A Few Good Men

Estava mais uma vez a queixar-me das mulheres à minha amiga Kitty e no meu devaneio saiu-me: “Qualquer dia escrevo um texto para pores no teu blog”. A resposta não se fez esperar: “escreve que eu publico-o logo”. “Mas olha que vai ser muito duro, as reacções não serão as melhores”, retorqui. “Não faz mal, será um texto teu”.
Muito bem, mãos ao trabalho.

A condição de solteiro nesta idade não é fácil.
Por um lado, há os “programinhas dos casais com filhos” (quase todos). É a loucura. As fraldas, os brinquedos, a primeira ida à escola, eu sei lá. Conclusão: ter sempre uma desculpa pronta.

Por outro lado, há os programas com os amigos que já referi, e que só pensam “naquilo” e jamais em “ter uma relação séria”. Escusado será dizer que a palavra “casamento” ou “união de facto” não consta do seu vocabulário. Atacam tudo o que mexe, levam as “tampas” todas e mais algumas, e não estão “nem ai”.

Há ainda um terceiro grupo, sobretudo homens mas também (poucas) mulheres. É o chamado grupo dos (quase) solteirões, que apesar das suas intenções não alcançaram os seus intentos. Motivos vários: a noiva “roeu a corda” ao último minuto, vivia com a namorada mas as coisas não funcionaram, trabalho a mais, enfim, por uma qualquer infeliz razão continuam solteiros. Algo que a partir dos trinta não só é raro como por vezes ainda se é olhado de soslaio por essa geração mais conservadora que dá pelo nome dos nossos pais.

E aqui começa a novela da típica mulher portuguesa. E provavelmente as críticas, talvez os insultos. Mas por favor: dirigidos a mim e não à Kitty.

Local: uma qualquer discoteca badalada da capital.


Grupo: poucos, composto por homens, uma ou outra solteira e eventualmente um casal que ainda não entrou no espírito do que a designação implica.


Comportamentos observados: de Gin (o eterno) na mão, dar uma vista de olhos. “Está ali uma engraçada, penso”. Olho discreta e serenamente, de uma maneira educada.


Reacção: “olha, aquele está a olhar para mim!”, pensa ou diz mesmo às amigas. Nesse momento empina o nariz para o ar e faz de princesa-mais-inacessível-do-mundo. Mesmo que só seja um bocadinho engraçada. Bom ar, pronto. E, claro, acaba logo ali.
Este é o panorama da mulher portuguesa solteira a partir dos trintas. Continuam à espera do príncipe encantado, que as virá salvar. Um qualquer Brad Pitt versão portuguesa, ou um sultão qualquer do Brunei. Que não irá acontecer. Porque esses das duas uma: ou já são casados ou não querem compromissos de qualquer forma. Conclusão: acabaram por se juntar a um divorcidado qualquer, já com filhos. E depois aquela conversa dos “meus, dos teus e dos nossos” (filhos, entenda-se).

Ou seja,
Se estiverem num qualquer local, especialmente dos chamados “espaços de diversão nocturna”, das duas umas: ou vão na conversa do engatatão que dá-sempre-a-mesma-conversa-e-nessa-noite-já-tentou-dez-e- vai-continuar-a-tentar-caso-não-te-engate.

Ou então….
Não sejam convencidas e se porventura acharem interessante a alguém que sorri de forma educada, ofereçam-lhe uma oportunidade de este te aproximar de vocês. Porque, ao contrário do que vocês pensam, não é uma questão de confiança. Qualquer homem com meio dedo de testa que olhe para uma mulher e esta faça um ar de empinado, não vai arriscar. Ou se arrisca, é porque não tem qualquer espécie de amor próprio. Ou é literalmente burro.

Conclusão: Já tive namoradas muito giras, outras não tão giras mas com uma vertente “cabeça” enorme e já tive as duas. Até com uma conhecida blogger. Isto para dizer que estou cansado de ver os tais amigos solteiros “sérios” a conhecer, namorar e mesmo casar com mulheres oriundas dos mais variados países. Eu percebo-os: embora não se deva pôr todas no mesmo saco, há uma estripe solteira feminina acima dos trinta que vive num conto de fadas. Mas não vou perder a esperança. Not yet.


Diogo

Que fique bem claro que eu não concordo com quase nada do que ele diz, e acho muito bem que elas esperem pelo seu Príncipe. Pois eles existem. Poucos, mas existem. Mil vezes isso a andar com o primeiro que lhes aparece. E mil vezes o conto de fadas a transformarmo-nos numas rameiras oferecidas.

Think Pink

Palavras que estão muito na moda e que eu detesto

"Arruada".

Do circo em que se transformaram os nossos noticiários

Cinita Dicker

Sabemos que os nossos noticiários andam pelas ruas da amargura, quando um simples pedido de casamento a uma hospedeira de bordo, num banal avião de passageiros, se torna notícia no telejornal da televisão pública. Pronto, ainda se fosse numa nave espacial a caminho de Marte...

Se é para brilhar, é mesmo para brilhar, ou de como eu adoro os vestidos Marchesa

Wednesday, 19 January 2011

Olivia Wilde vestida por Marchesa

L-I-N-D-O-S.  Ela e o vestido.

Ainda os Globos de Ouro - Menos, Heidinha, menos

































Heidi Klum vestida por Marc Jacobs

A Heidinha é linda e faz sempre um grande brilharete nas passadeiras vermelhas ao lado do seu bombomzinho de chocolate negro, mas achei que desta vez exagerou. É que o vestido por si só já é demasiado colorido e espampanante para depois ainda levar com aquele monte de pulseiras em cima (que seriam adequadas para uma festa na praia ou num barco. não estou a ver que ficassem bem em mais lado nenhum.), e, como se não bastasse, aquela maquilhagem exagerada.

Vós que sabeis sempre tudo, dizei-me...

Tuesday, 18 January 2011

































Megan Fox

... o que anda esta piquena a fazer à cara, que cada vez que aparece surge com feições diferentes? Está praticamente irreconhecível.

Ainda os Globos de Ouro (ontem já não tive tempo para mais) e viva a futilidade


Christina Aguilera e Jennifer Lopez vestidas por Zuhair Murad

É mais fácil encontrar uma agulha num palheiro do que estas duas bem vestidas. Quer dizer, o problema não está bem bem nos vestidos, digo eu...

Costas nuas

Monday, 17 January 2011


Anne Hathaway vestida por Giorgio Armani Privé

Como já tinha dito aqui há um ano, tenho uma paixão assolapada por estes vestidos de costas nuas, no entanto, ainda não percebi se gostei ou não deste vestido. Se calhar são lantejoulas a mais... Ou não.

Globos de Ouro - Crónicas de escárnio e maldizer

1 - Morri e esqueci-me de avisar.

Tilda Swinton vestida por Jil Sander


 2 - Onde é que fica mesmo o Elefante Branco? Com sorte ainda me sai um Pinto da Costa na rifa.


January Jones vestida por Versace


4 - O que me vale é a minha modista de bairro para me fazer estes vestidinhos estilo noiva assim a atirar para o piroso.


Jennifer Love Hewitt vestida por Romona Kevezaglobes


5 - Não estamos no Carnaval? E eu não sou uma matrafona? Têm a certeza? Ups, fiz asneira como sempre.
































Helena Bonham Carter vestida por Vivienne Westwood



(Continua)

Globos de Ouro - Ora lá vamos nós

Estava a ver que, ao contrário dos anos anteriores, não tinha tempo para vir aqui largar umas postinhas de pescada acerca dos Globos de Ouro. E, já se sabe, tudo menos isso. É que a tradição ainda é o que era.Vamos lá então começar.

...

Saturday, 15 January 2011

Ok, agora fiquei chocada. Fiquei e estou chocada. Chocada tem sido o meu estado dos últimos tempos. É já o meu nome do meio. Kitty Chocada Fane.

Daqui a nada ainda fica conhecido como o santo de Cantanhede ou de como o mundo está virado do avesso

Friday, 14 January 2011

Ele, o Renato Seabra. Aquele rapazinho muito bonzinho, muito ingenuozinho, muito queridinho, muito jeitosinho, enfim, a chamada jóia de moço. Afinal de contas, só matou e estrangulou uma pessoa. O que é isso, afinal? Coisa pouca.

Ai que eu desato já aqui aos berros

Então e eu agora sou balança? Mas isto é o quê? Não, não. Eu cá vou continuar a ser Escorpião. Lamento.

A propósito do post da Luna e dos respectivos comentários (Luna, como eu te entendo)

Thursday, 13 January 2011

































Olivia Palermo

Neste momento ando absolutamente em paz com os hateblogues e com os chamados anónimos maldizentes, mas reparo que sempre que eu faço uma qualquer abordagem a esse tema, há sempre meia dúzia de alminhas que vêm para a caixa de comentários dizer postas de pescada do género - Aiii, lá estás tu. Não ligues a isso. Mas porque não ignoras? Blá. Blá. A verdade é que, meus docinhos de abóbora, só quem nunca sofreu isso na pele, pode afirmar uma coisa dessas. É verdade que na maior parte dos dias nada nos afecta. É um facto. Há dias em que até o mundo pode desabar à nossa volta, que nada nos afecta. E seguimos alegres e contentes estrada fora a cantarolar o "Do Re Mi" como se fôssemos uma Julie Andrews no cimo da montanha. Mas há outros dias, sobretudo aqueles dias em que as nossas hormonas andam a fervilhar loucas de irritação, em que tudo nos afecta. E se até um simples semáforo vermelho nos irrita, que fará um comentário ou um post a dizer horrores de nós, na maior parte das vezes coisas que nem correspondem à verdade ditas por pessoas que nem cara têm para levar um estalo? É ler e calar? Mas somos parvos ou quê? Não dá para ignorar. Nós somos humanos. Eu sou humana. Sou sensível. Tenho pelinho na venta. Logo, essa do - não ligues, passa à frente, blá, blá -  comigo não dá. Tenho a certeza de que na maior parte dos dias nada me irá afectar. Como não tem afectado. Porque eles (ou melhor, elas) continuam a bombardear disparates. Diariamente. Penso eu de que. Não tenho reparado, confesso. Mas se calhar lá vem um dia em que até estou de mau humor e que até me vai irritar. Ou não estando de mau humor, até estou com humor de sobra para gozar com aquilo e fazer um post sobre isso para nos divertirmos todos.

E de uma vez por todas, deixem-se dessa de que os anónimos e os que criam hateblogues são seres do outro mundo e são monstros. Eles são aqueles que horinhas antes nos deixaram comentários no nosso blogue com o seu perfil do outro blogue todo simpático e tal. Só que depois não sabem fazer as coisas e, mais tarde ou mais cedo, põem a patinha na poça, deixam o rabito entalado e lá vamos nós descobrir tudo. Ou então esquecem-se que descobrir quem é quem na blogosfera, é a coisa mais fácil do mundo. Eu tenho tido cada surpresa...

A Olivia Palermo ou o meu momento de futilidade diário

Monday, 10 January 2011

Olivia Palermo

Eu não faço a mínima ideia do é que a Olivia Palermo faz para viver, para além de se pavonear - mas pavonear com classe, atenção - nas festas da alta sociedade de Nova Iorque e afins e nas primeiras filas dos desfiles de moda com o jeitosão do seu namorado (que eu também não faço a mínima ideia de quem seja e do que faça). Até podia agora ir ver o que é que eles fazem, qual a sua profissão, se é que a têm, mas acontece que não me apetece, nem tampouco me interessa. Mas a verdade é que a Olivia Palermo é assim qualquer coisa de gira, uma mistura de Audrey Hepburn e Grace Kelly, a lembrar aquelas belezas de antigamente, muito discretas e muito elegantes. Para piorar tudo, ou melhorar, depende do prisma, anda sempre com as roupas mais giras de todos os tempos. Nada de espampanante. Nada de exagerado. Tudo na conta certa, quer as roupas, quer o cabelo, a maquilhagem, os acessórios - os brincos, então, são a minha perdição. Uma mistura do clássico com as tendências actuais, tal e qual como eu gosto.

Entrelaçados - O meu novo filme favorito da Disney

Saturday, 8 January 2011


Se ainda não viram, façam o favor de ir ver.

Também tenho de falar do crime de que todos falam

A primeira coisa que me ocorreu quando soube da morte do Carlos Castro (que, confesso,  não me aquecia nem me arrefecia, e não é agora por ter morrido que vou começar a dizer que o senhor era o máximo de bom e tal e coisa e coisa e tal.) foi que ninguém merecia uma morte assim, tão cruel, tão sinistra, tão chocante. E pensei logo que há por aí muita miudagem que para ficar conhecido faz tudo. Inclusivé andar com pessoas que nada têm a ver com eles, vendendo o próprio corpo, para assim conseguirem aquilo que almejam - a fama, de preferência às custas de um papel nos "Morangos com Açúcar" ou algo parecido. É triste, mas isto é o que mais existe por aí. E, em geral, são os próprios pais deste miúdos que fomentam desde cedo este sentimento, começando a levá-los a castings para fazerem anúncios e novelas quando estes ainda são meninos de colo, porque os seus filhos são sempre os mais bonitos e inteligentes, e ai que era o máximo que o meu filho aparecesse na televisão.

Mas depois pensei numa história que eu conheço de um miúdo de dezoito anos que, após dias e dias a ser abusado sexualmente pelo pai, a ser ameaçado de que se contasse alguma coisa era morto, perde a cabeça, e o esfaqueia sem dó nem piedade até à morte, fazendo-lhe o mesmo que este miúdo fez ao Carlos Castro. É certo que pelo seu aspecto este rapaz parecia alguém que se sabia defender bem, sem ter de recorrer àquilo. E o Carlos Castro até parecia um senhor bem inofensivo. Mas isso também não quer dizer nada. Até porque por vezes o homem de aspecto mais gentil e simpático, esconde a pessoa mais perigosa.

O que terá acontecido para levar o miúdo àquilo só eles saberão. Mas deve ter sido algo muito grave. Ou então não. Ou então é mais um que é adepto de uma máxima que está muito na moda e que eu abomino que é - falem bem ou mal, mas falem de mim. Fica a dúvida.

Think Pink

Friday, 7 January 2011

Ainda agora regressei ao trabalho e já só penso em férias? Who Cares? Afinal de contas, é Sexta-feira!

George Clooney

Confesso, já tinha saudades do meu (meu e de mais milhões delas) George Clooney.

Ainda o Herman

Tendo em conta as ameaças e os comentários (a maior parte deles não publico por serem demasiado insultuosos) que tenho recebido desde que fiz o post acerca do Herman, cumpre-me escrever aqui qualquer coisita. Que eu já tinha percebido que nenhum jornalista ou alguém ligado à comunicação social pode dizer uma unha que seja do Herman, sem que a seguir venha um chorrilho de insultos, quando não é o próprio Herman que aproveita os seus programas para enxovalhar quem ousou dizer mal de sua excelência, como já aconteceu dezenas de vezes, isso já eu sabia. Mas, caramba, eu não sou conhecida, eu sou uma Zé ninguém que escreve aqui meia dúzia de disparates. Portanto, vamos lá ter calma e vamos lá destilar ódio para outras paragens. Eu não sou líder de opinião. Eu não obrigo ninguém a não gostar do Herman. Aliás, houve quem bem entendesse isso e desse a sua opinião, ainda que discordasse do meu ponto de vista. Por isso, quem gosta, só tem de lhe continuar a encher os bolsos para lhe sustentar os seus extravagantes e caros vícios. Acho muitíssimo bem. Se lhe acham piada e se gostam, só têm de o fazer. Eu passo a outro e não ao mesmo.

Por tudo isto, eu ia escrever então qualquer coisita, mas houve uma leitora que escreveu exactamente aquilo que eu penso e tenho a dizer depois desta polémica. Cá vão as suas palavras que aqui faço minhas.


"Toda a gente sabe que o dito senhor foi acusado do que foi, toda a gente que tem olhos e ouvidos na cara sabe que as piadas dele, dia sim, dia sim, metem coisas de cariz sexual. Toda a gente que tenha olhos na cara e que tenha visto o programa (eu vi e até percebi que ele se referia a cadela, mas nem é essa a questao) percebeu que ele se levantou da sua cadeira vezes sem conta para se espetar e esparramachar (so me vêm à cabeça estas expressões) na televisao. Sempre para ser ele o protagonista. Mais: "ai ele foi o rei da comédia", ai foi? Pois lembrem-se que os reis ninguém os elege, metem-se no poleiro como lhes dá na real gana. Lá porque foi o primeiro grande humorista conhecido portugues, é o rei, é o maior. Palmas para ele. Os outros que vierem a seguir nuuuunca serão tao bons (mentalidade de algumas pessoas, ja percebi). Essas pessoas nao percebem outra coisa tao simples:
Ai como ele falou da cadela, pronto, foi só uma brincadeira.

Pergunta 1: qual é a piada em dizer que determinado animal é tarado sexual? pois é, não tem. Aposto que se ele tivesse chamado mesmo o outro de tarado sexual as pessoas achavam na mesma que era uma brincadeira e ele é o rei do humor português e pode dizer tudo.

Pergunta 2: Como cai muito na graça dos portugueses, viu-se safo de muitos problemas (e aqui nestes comentários temos a explicação para tudo).


Paula, na caixa de comentários do referido post.

Think Pink

Thursday, 6 January 2011

Estado em que se encontra este blogue

O Herman já saía de cena, digo eu

Há dias, já não me lembro quando, estava a dar uma edição do "Quem quer ser milionário" com figuras públicas, mais concretamente com humoristas, entre os quais estava o Herman José. O Herman José, que me parece que ainda não percebeu que o seu tempo terminou. Que, por muito que tenha marcado a história do humor em Portugal, que por muito que tenha tido graça no seu tempo, são factos indiscutíveis, é altura de dar lugar aos novos, porque a graça que ele tinha noutros tempos já lá vai há muito. Ou então continuar, mas sem querer sempre chamar todas as atenções sobre si onde quer que apareça.

E lá estava ele igual a si mesmo. A interromper vezes sem conta o Malato. A interromper os outros quando estes estavam a falar. Resumindo: estava a ser tremendamente inconveniente e ordinário, sempre com aquelas piadas de teor sexual às quais só os tolinhos ou as crianças (que acham piada a tudo o que envolva sexo) já acham piada. Bom, a dada altura levanta-se, chega perto do Malato, e diz, ainda que em tom de brincadeira, que o Manuel Marques - aquele moço muito magrinho e com imensa piada (Contemporâneos, voltem, estão perdoados) - por qualquer motivo que já não me lembro qual, era um tarado sexual. Ninguém achou piada, só mesmo o próprio Herman. Até porque há coisas que simplesmente não têm graça.

Eu achei aquilo de uma baixaria incrível. E pareceu-me que, no fundo, ele fez o mesmo que algumas pessoas fazem - querem transformar os outros naquilo que eles são. Os tarados sexuais, acham à força que todos são tarados sexuais. Os pedófilos, acham que todos os homens adoram crianças, mas não o demonstram. Algumas pessoas que traem os seus companheiros, acham que só não trai quem não tem oportunidades. Algumas pessoas que não são felizes no seu casamento, acham à força toda que todos têm de ter problemas no casamento, achando que quando algum casal se dá bem, é só para manter as aparências. E por aí adiante. Não percebendo que não somos todos iguais. Que não pensamos todos da mesma forma. Que cada um sente e vive a vida à sua maneira.

Adenda: Bom, parece que afinal quem o Herman apelidou de tarada sexual foi a cadela do Manuel Marques e não o próprio. Fica aqui o reparo e um pedido de desculpas pelo erro. Obrigada aos leitores pelo esclarecimento. Eu afinal percebi mal. É o que dá estar a fazer outras coisas ao mesmo tempo. De qualquer modo, e apesar disto, mantenho tudo o que escrevi em relação à pessoa em questão.

Dos problemas da vida*

Wednesday, 5 January 2011

Kirsten Dunst fotografada por David LaChapelle

Se 2010 já tinha terminado mal, 2011 começou pior ainda. Com um susto que me deixou sem forças e com o coração muito apertado. Felizmente, está tudo mais calmo. Ainda não está bem, mas está tudo mais calmo. Eu é que ainda não recuperei as minhas forças totalmente. Por vezes penso que já não me habituaria a uma vida normal, sem sobressaltos constantes, sem aventuras diárias, como tem sido nos últimos meses. Porque, no fim de tudo, quando respiramos de alívio, temos a maior e melhor sensação de todas as sensações. Se calhar é por isso que sempre ouvi dizer que sem dias maus, nunca poderíamos ter dias bons. Mas, pronto, escusavam de ser tão maus.

Oiço diariamente as pessoas a queixarem-se e a lamentarem-se da sua vida só porque partiram uma unha ou um dedo, e canso-me ao fim de cinco minutos. Confesso, já não tenho pachorra para pessoas que arranjam problemas onde não os há, que fazem tempestades em copos de água, só porque não têm problemas a sério com que se preocuparem e criam aquilo para ocuparem a cabeça ou para chamarem as atenções sobre si.

E da mesma forma que já não tenho pachorra para isso, também já não a tenho para contar os meus problemas aos outros, pelo menos à maior parte deles. Percebi que não vale a pena. Porque em geral as pessoas reagem quase sempre das mesmas maneiras. E todas essas maneiras me irritam (apesar de reconhecer que as pessoas até têm quase sempre boas intenções e apenas querem ajudar). Ou fazem logo ali um drama de tal maneira exagerado, que, no final de tudo, nós - os que temos os problemas - é que temos de os estar a consolar, ao invés de ser o contrário. Ou deitam logo um olhar de pena, e só Deus sabe o quanto eu odeio olhares de pena. Ou então ficam, ainda que inconscientemente, satisfeitos, do género - Humm, que bom, não sou só eu que tenho problemas.

Por tudo isto e para o caso de quererem saber como eu estou:
- Está tudo bem comigo, sim, obrigada. E convosco?

*Isto de começar os títulos dos posts por "Do", "Da" ou "Dos" é completamente viciante.

Os meus produtos favoritos da Clinique. Aqui.

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Tuesday, 4 January 2011

No segundo dia do ano

Sunday, 2 January 2011


Chá e bolachas para alegrar e aquecer o meu pobre coração, que está assim como o tempo - frio e cinzento.

***

Saturday, 1 January 2011

 

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