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Porque há alturas em que o blogue também precisa de descansar

Thursday, 29 July 2010


Marilyn Monroe

Até um dia destes.

(Eu prometo que volto, não sei é quando.)

***


Gostava de perceber um bocadinho o Facebook

Ainda não percebi muito bem porque é que me está sempre a aparecer como sugestão de amiga no Facebook um rabo, perdão, uma moça, deitada numa toalha, na praia, de rabo para cima e fio dental minúsculo, perna aberta, de seu nome Amanda.

Pela primeira vez

Wednesday, 28 July 2010

Acho que, pela primeira vez na minha vida, vou viajar de portátil (o meu mini-portátil bebé rosinha) atrás. É completamente contra os meus príncipios, mas valores mais altos se "alevantam". E que valores esses.

Factos

As probabilidades de encontrar uma agulha num palheiro são maiores do que as de encontrar um heterossexual na zona do Chiado.

Ai que me dá uma síncope


Marlon Brando

O Michael deixou-me este link da Life, com algumas fotos nunca antes publicadas do Marlon Brando, o meu homem favorito de todos os tempos (em termos de beleza física enquanto novo). Vejam bem isto. Vejam que perfeição.

Seja o que for, nós queremos igual!


Angelina Jolie

Alguém me explica o que é que a Angelina Jolie fez à cara que está lindíssima (esta mulher com mais uns quilinhos ficava completamente perfeita)?

O meu coração vem cheio

Tuesday, 27 July 2010




Eu adoro silêncios


Uma Thurman em Pulp Fiction

Como se costuma dizer, o grau de intimidade das pessoas mede-se pela capacidade de suportarem e apreciarem os silêncios.

Diz que vai casar


George Clooney

Depois do Javier Bardem, se este casa mesmo, já não sobra nenhum. Bah.

Aconselho-a a ver o magnífico programa da rtp "Portugueses no mundo"


Ana Rita Clara

A Ana Rita Clara pode ser muito querida e gira, muito gira mesmo, mas é o exemplo perfeito de como fazer de um programa de viagens a maior porcaria de todos os tempos. E olhem que eu até nem costumo ser muito exigente com os programas de viagens. Mas este não consigo ver mais do que cinco minutos. Eu sei que o programa foi feito a pensar na mulher cosmopolita e tal, que adora espaços modernos, compras e afins, mas, caramba, aquilo não tem pontinha por onde se lhe pegue. Depois ela invade o écran de uma maneira que só visto. Nós não vemos nada da cidade, nós só a vemos a ela, muito acelerada a falar, como sempre, com roupas diferentes em cada esquina. É vê-la a fazer poses e olhares para a câmara. É vê-la a cheirar perfumes e a fazer poses. É vê-la a dançar e a fazer poses. É vê-la a passear e a fazer poses. Nada no programa é natural. Nada.

É nestas alturas que é bom morar sozinha

Monday, 26 July 2010

Podemos andar por casa envergando apenas umas cuecas e um soutien sem que haja olhares de condenação ou de sofreguidão. Nestes dias quentes de Verão, não há melhor.

Será?


Eu tornei-me naquilo que eu não queria


Leighton Meester e Blake Lively

Eu dantes condenava as pessoas que andavam sempre às voltas com o telemóvel, agora tornei-me numa delas. Aliás, tornei-me naquilo que eu não queria. Desde que sou moche, tem sido a loucura. O telemóvel não pára. É um abuso. Estou pior do que uma adolescente. Com algumas das minhas amigas, já só falta mesmo telefonarmos para avisar que vamos à wc. Isto não se admite. Shame on me.

Eles andem aí


Natalia Vodianova fotografada por Mert Alas & Marcus Piggott para a Vogue

Eu nunca fui muito de me envolver com um hoje e amanhã com outro. One night stand e afins nunca fizeram o meu género (nada contra quem o faz, atenção). Claro que não sou nenhuma santa e também tive as minhas aventuras, mas que me lembre nunca perdi a cabeça por dá cá aquela palha. Sempre estive grandes temporadas sem ninguém (e quando eu digo sem ninguém, é mesmo sem ninguém) e nunca morri por isso. Vivo muito bem sem um namorado. Não sou daquelas pessoas que mal sai um, já está outro à porta para entrar. Que não conseguem viver sem alguém. Eu consigo ser feliz sem um amor. Claro que estou melhor com ele, mas se não o tiver consigo ser feliz. Aliás, aprendi ao longo do tempo que prefiro mil vezes estar em casa, sozinha, com as minhas coisas, do que estar numa má relação como tantas que eu vejo por aí. Por isso, nunca entrei em desespero nessas fases mais solitárias que mais pareciam travessias no deserto, como eu gosto de as apelidar. Aliás, o desespero nunca é bom para nada. Acabamos sempre por optar pelo mais fácil e pelo mais rápido. E isso nem sempre é o aconselhável.

Isto tudo para dizer - Meninas, eles (os homens decentes) andem aí. É preciso é calma.

Que calorão, hein?


Natasha Poly fotografada por Mario Sorrenti para a Vogue

Bom, com este calorão - diz que vão estar 41 graus na zona de Lisboa - não me resta mais nada a não ser ir à praia. Uma chatice, pá. Ninguém merece.

Sobre o "Projecto Moda"

Sunday, 25 July 2010


Nayma

É bom que mantenham por lá a Rosina muito tempo. Pelo que vi, só mesmo ela para salvar as audiências.

On repeat


...

Vivem em condomínios fechados por causa da segurança, da qualidade de vida, a boa vizinhança, o espaço sempre cuidado (delimitado) e bem mantido;
Compram um carro com abs, esp, travões de disco, sensores de estacionamento, alarme contra roubo, incêndio e odores desagradáveis, que perder a vida num minuto e blá blá blá;
Enfiam os filhos em colégios privados, onde estão seguros e bem entregues o dia inteiro, onde são devidamente acompanhados e conhecidos pelo nome;

E depois abrem um blogue ou perfil no feicebuque, onde entra quem quer, sob o pretexto que melhor entender, e onde desfiam o rosário da sua existência, incluindo onde trabalham e para quem, descrições e fotos de casa e das férias (bem como as datas em que se ausentam, estão e voltam, e para onde, claro), apontamentos sobre as rotinas das crianças (doenças, feitios, gostos, rotinas e colégios que frequentam), desabafam sobre a família, a boa e a má, quem são e onde andam e como interpenetram as suas vidas.

...

Da autoria da I, no seu Doutor dá Licença

Tim Gunn, procura-se! (com a máxima urgência)


Ana Brito e Cunha e namorado no casamento do Ricardo Pereira

Para ela e para ele.

E ontem ainda tivemos tempo de ver os ensaios dos bailarinos no São Carlos


Abigail Breslin e Catherine Zeta-Jones em “No Reservations

As nossas tardes na esplanada do "Café no Chiado", embaladas pela música do largo de São Carlos, já se estão a tornar um hábito. Encontramo-nos sempre em frente à estátua do Fernando Pessoa, que ambas adoramos. Ela está sempre sentada de frente para ele, no muro do metro, eu reconheço-a ao longe pelos longos cabelos loiros. Depois seguimos para o nosso sítio. Ela chega sempre tímida. Mas depois, aos poucos, começa a falar. Acabamos invariavelmente a falar dele. Ela conta imensas histórias dele. Rimo-nos dele. Por ele ser sempre tão perfeito e ter sempre a frase correcta para dizer. Ele, por razões que não interessam aqui mencionar, é assim uma espécie de herói para ela. E para mim ele é tudo. Ele nem sequer sonha que nós estamos amicíssimas e que temos passado a maior parte das tardes juntas. E eu estou cada vez mais viciada na companhia dela. No sorriso dela. No silêncio dela.

Ohhhh

Saturday, 24 July 2010


Leonardo DiCaprio e Kate Winslet (1997)

Ela era tão patusquinha. A idade fez-lhes tão bem.

True


O Amor é um Lugar estranho - Pelos Leitores # 19



Da autoria da
Paula C.

Viver implica para os sábios pensar e conquistar, para os atletas correr e saltar mas, para mim, uma das demais mortais que vagueia perdida pelo mundo, implica amar. Amar um Romeu, amar um Príncipe encantado ou simplesmente amar aquele que com um sorriso nos enche o coração.

Palavra difícil cuja aplicação se revela um verdadeiro quebra-cabeças para a alma. Mas não posso culpar a palavra ou sentimento. Apenas me resta apontar o dedo aos livros e aos filmes que nos cultivam aquelas histórias que tanto queremos viver. Iludem-nos e fazem-nos acreditar que um dia ele chegará no seu cavalo branco, de armadura brilhante e que nos salvará da mediocridade em que, afogados, tentamos sobreviver. Porém ele nunca aparecerá, nunca nos puxará para a luz e, acima de tudo, nunca nos irá sussurrar ao ouvido Amo-te. Ele não existe, ele não é real, ele é apenas a miragem que todos queremos ter.

Este é o século XXI, o século onde os reinos são sonhos, as aventuras devaneios e o felizes para sempre apenas um desejo. Chamem-me pessimista, acusem-me de sofrer de um coração partido ou apenas se deixem embalar pelos rios de cólera, pois eu desci à Terra e nada do que imaginei existe. Não existe justiça, confiança, amizade e, acima de tudo, amor. Estamos presos num filme interminável de dor, tristeza e solidão onde o nosso nome surgirá para sempre sozinho nos créditos. Arrependo-me de existir quando entendo que não tenho uma missão, que não passo de uma vulgar que nunca poderá dizer o que realmente significaste para mim enquanto viveste, porque tu, anjo do amor e fantasma da dor que me assombras a existência sem pudor, usaste a palavra Amar um dia e foi ela que te concedeu o dom de viver…

Think Pink


Vamos ajudar

Friday, 23 July 2010

1 - A Tia Preta de Chelas, que se encontra neste momento doente e precisa de se pôr boa para continuar a ajudar as suas crianças.

Fica aqui a morada para quem quiser enviar alguns bens de primeira necessidade e o NIB da Associação.

Rua Ricardo Ornelas, 375, R/C dto.
Bairro da Flamenga
Chelas.
1950-331 Lisboa

Associação Pêndulo da Vida - NIB 0033 0000 45393107461 05.


2 - A Associação "Sorriso da Rita" que apoia crianças, jovens e adultos com paralisia cerebral precisa de sócios (a cota é de apenas 12 euros) e de outras ajudas.

Ainda a Daniela Ruah ali em baixo

Minha querida, vai lá ter esse corpo para bem longe de mim.

Hoje será o dia

Há-de chegar o dia em que vais responder a todos os e-mails que te têm enviado. Hoje será o dia.

Ela é linda


Pronto


Keri Russell fotografada por Ellen von Unwerth

Depois de tanta insistência por parte dos meus amigos (eu confesso-me sempre muito reticente a mudanças, sobretudo quando têm publicidades assim tão manhosas) sou, desde hoje, portadora do famoso tarifário moche. É que já me andava a sentir uma pessoa completamente à margem da sociedade.

Adoro



Quando as minhas pernas começam a ficar bem bronzeadas, aproveito para usar os meus vestidos. E é aí que preciso de usar uma hidratação mais intensa, para que as pernas apresentem um aspecto sedoso e brilhante durante todo o dia. Neste momento, este é o meu produto favorito para isso.

(Não, ninguém me pagou para publicitar isto.)

O país está em crise? Who Cares? Afinal de contas, é Sexta-feira!


Johnny Depp


Uma foto do Johnny Depp por dia nem sabe o bem que lhe fazia.

...

Thursday, 22 July 2010

E, apesar de ainda não vos ter dito, foi ela que, sem querer, me trouxe o meu amor.

Ohhhh



Dizia que me trazia apenas um desenho, mas na verdade trazia-me um saco cheio de presentes. Um porta-moedas cor-de-rosa lindo. Uma caneta a combinar. Dois ímanes com mensagens. E trazia-me este bilhete que me deixou quase à beira das lágrimas. É mesmo mesmo um amor.

Mana


Dakota Fanning

Levava-lhe um presente. Como sabia que ia estar com ela e como a quero ver feliz, decidi comprar-lhe um presente. Uma coisa simbólica. Sabia que ela ia gostar, mas não sabia que ela ia gostar tanto. Ficou eufórica. Radiante. Disse que foi o presente que gostou mais em toda a sua vida. Estava feliz. Eu senti que estava verdadeiramente feliz. E eu fiquei também. Quando me vim embora e me despedi dela, olhou para mim com uma tristeza tão grande que eu nem sabia o que pensar. Hoje vamos estar juntas novamente. Ela traz, a estes dias cinzentos, raios de sol.

E como aqui já cheira a férias


Jude Law fotografado ontem na costa italiana

Vai lá ser assim giro para o inferno. Bombinha de oxigénio, por favor.

***

Wednesday, 21 July 2010


O mundo está perdido

Quando pensávamos que já tínhamos visto tudo no trânsito, damos conta de que o senhor do jipe que vai ao nosso lado a meter-se connosco há largos minutos com piadas do género: ó gira, ó boa, e sei lá mais o quê, não só leva uma velhinha ao lado, como leva também mais um velhinho e duas cadeirinhas com crianças no banco traseiro. Pronto, eu pensava que eles tivessem alguma vergonha e só fizessem estas coisas quando iam sozinhos ou com espécimes do mesmo sexo ao lado. Pelos vistos enganei-me.

***


Abigail Breslin e Catherine Zeta-Jones em “No Reservations”

Por vezes estamos tão fechados no nosso mundinho que nos esquecemos que por pouco podemos fazer a diferença na vida de alguém. É isso que eu quero fazer com a minha nova mana de coração. E acho que já estou a fazer um bocadinho. Um bocadinho grande. E é tão reconfortante perceber isso.

Coisas que me fazem espécie # 3



Piercings na língua. E depois aquela mania de andarem sempre com a língua de fora e com o piercing para a frente e para trás?

Always look on the bright side of life


Emma Watson

Não há nada como um bela tristeza, daquelas grandes, para uma pessoa começar a perder aqueles quilos que já queria perder há muito, mas que nunca teve coragem de decidir perder, porque não é nada dada a dietas malucas nem a tratamentos nos doutores xpto que só servem para nos tirar dinheiro dos bolsos. Haja alguma coisa boa no meio disto tudo.

Menos mal

Tuesday, 20 July 2010

E de maneiras que se os últimos dias tivessem sido uns dias normais eu teria ido ao SBSR para ver o senhor Prince e para ver os senhores Empire of the Sun que adoro. Mas faltou a vontade para ramboiadas. E, pelo que me têm dito da organização, das filas, das wcs, e de tudo o resto, ainda bem.

Será?

E por falar em anéis de noivado


Cate Blanchett

Um dia, e passado muito tempo de o ter recebido, uma amiga minha, cujo namorado a traíu descarada e sucessivamente (e ela descobriu porque viu o carro dela - o carro giro que o pai lhe tinha emprestado e que ela carinhosamente tinha emprestado ao namorado - com ele dentro e com outra tipa, parado num semáforo de uma rua de Lisboa à noite, quando deveria estar noutro local a trabalhar. pois é, o mundo é pequeno.), decidiu ir a uma ouriversaria dessas que aceitam esse tipo de jóias, que existe na Baixa, para perguntar quanto valia o anel. Foi ela e foi uma amiga que, apesar de manter o noivado, decidiu ir averiguar o preço do seu cachucho numa de curiosidade. Qual não foi o espanto quando o anel da tal moça, ao invés do da minha amiga que ainda valia meia dúzia de trocados, não valia mais do que cerca de sessenta euros (acabaram por ir a dois sítios confirmar), quando ela pensava que tinha ali uma verdadeira jóia da coroa.

De qualquer modo, o que conta é a intenção e o valor emocional. Mas que foi engraçado, foi, porque, pelo que me diziam, ela andava sempre a gabar-se de que aquilo não era um anel de noivado qualquer como o das outras. Por isso, foi uma risada.

A minha resposta à pergunta da semana

Ia escrevê-la, mas depois vi o comentário da Alexandra e decidi fazer das suas as minhas palavras. É exactamente o que eu penso.

Só devolveria em duas situações. Se fosse uma jóia antiga de família ou se o moço passasse dificuldades económicas e a compra tivesse sido um grande esforço.

De resto, tal como qualquer outro presente, acho de muito mau tom devolver. O mesmo digo em relação a qualquer presente caro que tenhamos oferecido. Parece-me de mau gosto a devolução.

Se não querem ficar com ele, vendam-no e aproveitem para fazer uma viagem terapêutica.

Outro tratamento terão as coisas compradas em comum ou deixadas nas casas um do outro. Aí sim, devolvidas e repartidas religiosamente.

Vamos lá então a esclarecer aqui umas coisinhas (o blogue segue no seu registo normal dentro de momentos)

Recebo dezenas de e-mails diariamente a perguntar como está o meu amor e porque é que não tenho falado do estado dele ultimamente, é porque se calhar já deve estar bem (não está, ficam desde já a saber), e já não precisas de apoio, não é?, tu és muito espertinha, só quando estás mal é que te vens para aqui lamentar, depois quando estás bem já não nos contas nada. Pois é. Pois, pois.

Eu tenho um problema grave e do qual me culpabilizo desde a semana passada que é, quando estou desesperada, mesmo desesperada, abro o meu coração e tudo o que tiver lá dentro a todos. Foi o que aconteceu na semana passada. Foi um erro. Um erro total. Crasso. Já tinha aprendido isso ao longo do tempo que tenho o blogue. Mas voltei a cometer o mesmo erro. Por isso a culpa disto é exclusivamente minha. Porque já percebi que é um erro total abrirmos aqui o nosso coração. E falarmos da nossa vida sem mistérios, sem nada. Sobretudo da amorosa.

Porque, apesar de haver noventa e nove por cento de pessoas que lêem o blogue, bem formadas e que me querem realmente muito bem, há sempre o tal um por cento que não, tal como em outros blogues com um elevado número de visitas. É triste, mas é a realidade.

Essas pessoas consomem-nos por quererem saber pormenores. Quem é, o que faz, o que lhe aconteceu, foi doença, foi acidente, é isto, é aquilo, há quanto tempo se conhecem, qual é o blogue dele??.... Essas pessoas sugam-nos a vida. Andam por aí de blogue em blogue a tentar saber quem é o amor da Kitty Fane. E a mandar palpites acerca deste e daquele. Ah se calhar é este, não, se calhar é aquele. Julgam-nos sem nos conhecerem. Enfim. E se há quem goste disso, eu não. Odeio.

Por isso, lamento, sobretudo pelas pessoas de bem que são a sua maioria, e a quem agradeço realmente, mas não posso deixar que isso aconteça. Já tenho muitos problemas, para ganhar mais um. Neste momento não tenho sequer vontade de falar mais aqui desse assunto, porque não quero voltar a ver a minha vida espremida por aí. Logo que tenha, se a voltar a ter, volto a falar. Agora não.

De qualquer modo, logo que as coisas melhorem, hão-de melhorar com certeza, e por respeito às pessoas que realmente se preocuparam e que pediram tanto para que tudo corresse bem, eu virei aqui dar-vos a boa notícia. Até lá, dou por encerrado o assunto.

Logo que possa, vou responder a todos os e-mails tão queridos que me têm enviado. Obrigada. Vocês foram realmente importantes.

Pergunta da Semana # 29 - No caso de uma relação não dar certo, devemos devolver o anel de noivado que tínhamos recebido antes?


E por falar em recordações de viagens

Monday, 19 July 2010


New York (Foto daqui)

Não há dúvida nenhuma de que o top dos tops é a de Nova Iorque vista de cima - de avião ou de helicóptero. É verdadeiramente arrepiante.

A minha foto favorita de sempre


Algures pelo interior da Tunísia (2008)

Esta é a minha foto favorita de sempre (de entre as que eu tirei, claro). Apesar de ter sido tirada com uma máquina rasca que no dia anterior tinha ficado debaixo das patas de um camelo em pleno deserto do Sahara e que não estava em muito boas condições. Faz agora dois anos. O que será feito destes três senhores que eu trouxe comigo nesta fotografia? Lembro-me tantas vezes deles.

Uau, a Cláudia Vieira amamenta a filha

Em geral, quando vou ao quiosque ou às bombas de gasolina, dou uma vista de olhos pelas capas dos jornais e das revistas. E foi numa dessas vezes (na semana passada) que me chamou a atenção um título de uma revista que dizia mais ou menos assim - Cláudia Vieira amamenta a filha. Não, não era Claúdia Vieira maltrata a filha por exemplo, ou algo assim de incomum que pudesse fazer-me olhar para aquilo e pensar - bolas, as coisas que estes tipos descobrem - ou ter imediatamente vontade de comprar a revista. Era simplesmente, Cláudia Vieira amamenta a filha. Ah, e dizia também que ela não tinha medo de estragar o corpo por amamentar a filha. Uau. Ela é o máximo mesmo. Caramba.

E eu tive de me reduzir imediatamente à minha insignificância. Ora bolas. É que eu pensava que amamentar um filho depois de o ter, era algo natural. Mas, pronto, pelos vistos não.

Os meus perfumes favoritos # 4



Tenho um perfume diferente para cada situação do dia-a-dia. Este é o das ocasiões especiais.

Acordo Ortográfico

Sunday, 18 July 2010

Dá-me dó ler o Expresso já com o novo acordo ortográfico. Vai ser uma adaptação muito difícil.

Adoro


Para a minha mana de coração



You are not alone.

Ainda num estilo semi-depressivo # 2


Tree of Hope, Remain Strong, de Frida Kahlo (1946)

Quando é connosco é horrível. Porque por muito acompanhados que estejamos, por muito amor e carinho que tenhamos à volta, sentimo-nos sempre inacreditavelmente sós. É uma solidão estranha. É que por muito que aos outros custe aquilo que estamos a passar, por muito que sofram, somos nós que acordamos com o peso das mazelas em cima, somos nós que estamos numa sala de operações, somos nós que estamos na cama de hospital cheios de dores, somos nós que sentimos a angústia da espera do resultado de um exame nosso, enquanto os outros voltam às suas vidas.

Mas, ultimamente, tenho sentido mais de perto o outro lado. Que também não é nada fácil. Horrível, para dizer a verdade. Primeiro foi com o meu irmão. Andava todos os dias com o coração nas mãos. Felizmente, está a recuperar e a viver um dia de cada vez. Agora é com o meu amor. Aliás, ainda ontem disse, se eu sobrevivi à carrada de sustos que apanhei na última semana, já sobrevivo a tudo. Ontem foi mais um. Daqueles que me deixam a sufocar e a tremer durante horas. Nunca mais acaba este pesadelo, caramba. Mas tenho esperança. Muita. Cada vez mais. Ele é tão forte, tão forte. Adoro isso nele.

Ainda num estilo semi-depressivo

Quando eu fui operada da última vez, as minhas melhores amigas (as três que estiveram sempre lá, sim, sou tão cliché que também tenho umas amigas estilo Sex and the City, que são família, mas que antes da série já eram), que foram as primeiras a chegar ao hospital depois da cirurgia, contaram-me, mais tarde, que apanharam o maior susto das suas vidas. Porque a pessoa que tinha ficado encarregue de falar logo logo com o médico - uma pessoa amiga que trabalha no meio - transmitiu-lhes algo que elas não queriam ouvir. E só depois quando me viram já acordada é que perceberam que a notícia tinha sido mal dada por um dos médicos. Ou então, porque não sabiam como eu ia reagir quando acordasse da anestesia, preferiram optar pela versão pior. E elas contam-me isso de uma forma engraçada, porque tudo correu bem. Fartamo-nos sempre de rir. Uma dizia que olhava para a outra e que ela estava branca. A outra ficou com um nó na garganta e não conseguia articular nenhuma palavra. Enfim, até ao momento em que me viram com cara de teletubbie mas bem disposta e normal, ficaram nesse sufoco. E eu rio-me sempre com isso.

Foi a partir de histórias destas que fiquei a perceber a diferença entre quando é connosco e quando é com as pessoas que nos são queridas.

(continua)

***

Saturday, 17 July 2010


Emma Watson fotografada por Nick Knight


Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
...

Fumo, Florbela Espanca

Programa para a tarde de hoje


Bar Refaeli

Dormir, dormir, dormir, domir. E comer. Ultimamente não me tenho lembrado de fazer estas duas coisas.

Ó gente malvada


Audrey Hepburn

É impressão minha ou vai tudo de férias hoje? Isso não se faz.

Vejam lá se adivinham quem é



Uma vez que tinha faltado a tão famosa foto da sexta-feira, a Hablaconella Costa enviou-me esta foto para me fazer rir um bocadinho. Tão querida. Adorei. E ri.

Já é Sexta-feira

Friday, 16 July 2010

E hoje já é Sexta-feira, nem me lembrava disso.

Estou cada vez mais apaixonada pela blogosfera

Thursday, 15 July 2010


Kirsten Dunst fotografada por Karen Collins

Em tempos, chateei-me com a blogosfera por diversas vezes (quando ainda permitia comentários anónimos e eles me perseguiam dia e noite). Já houve alturas em que quis acabar com este blogue (ainda que apenas o pensasse por segundos). Mas a verdade é que diariamente sinto o calor destas pessoas que não conheço e que me querem tão bem.

Sim, que isto da blogosfera é muito engraçado. Nós afeiçoamo-nos às pessoas mesmo sem as conhecermos. Preocupamo-nos quando alguém está muitos dias sem escrever. Quando está doente. Quando perde o amor. Quando perde o emprego. E respiramos de alívio quando vemos as coisas correrem bem. Quando reparamos que alguém está feliz.

Há precisamente dois anos fui operada. Uma cirurgia muito complicado, mas que correu bem. Na altura não tinha nem metade dos leitores que tenho hoje e nunca esqueci o carinho que recebi. Eu estava amedrontada, de rastos, mas as palavras que lia por aqui, punham-me sempre para cima. Lembro-me como se fosse hoje do dia em que regressei a casa, cheia de dores, e de ter ligado imediatamente o computador e ter escrito este post. E lembro-me das mensagens que tinha. Comovi-me com aquelas palavras tão queridas de pessoas que não conhecia de lado nenhum. Fui deitar-me no sofá cheia de dores mas com um sorriso nos lábios (e reparei que algumas dessas pessoas ainda são as mesmas de agora).

Por tudo isto e muito mais, e por saber que o carinho dos outros nos faz melhorar tanto, que nos cura as feridas, quero agradecer do fundo do coração a todas as pessoas que têm sido tão queridas comigo nestes últimos dias tão difíceis. As vossas palavras têm-me ajudado tanto. Nem imaginam o quanto.

Apesar da pouca vontade, vamos ter de alegrar isto um bocadinho


Javier Bardem e Penélope Cruz

Então e a Penélope Cruz e o Javier Bardem que casaram em segredo? Que queridos. Menos um, meninas. Menos um. É um facto. Mas fico aqui a torcer por um final feliz.

Olho para a rua e sinto uma inveja enorme daquelas pessoas que falam do tempo por baixo da minha janela


Emma Watson fotografada por Lorenzo Agius (2007)

Já tive esta sensação algumas vezes ao longo da minha vida. Sempre que chove no meu coração, acho que chove ou devia chover em todo o lado. E depois estranho que a Terra continue a girar, que o sol continue a brilhar lá fora e que as pessoas sigam a sua vida felizes e tranquilas, enquanto eu choro de dor dentro da minha casa.

Falta



O céu ficou cinzento. O sol deixou de brilhar. A praia parece-me vazia. Faltas tu.

Escrever alivia-me a alma


Ewan McGregor e Alison Lohman em Big Fish (2003) (imagem daqui)

Sabem, eu tentei não falar muito nisto, nós nunca falamos de tudo nos blogues, eu pelo menos não falo. A minha vida amorosa que deixei aqui transparecer quase nunca correspondeu à verdade, algumas vezes sim, mas mais foram aquelas em que não, mas - e aproveitando estes dias em que falo de coração aberto, sem armaduras, sem nada - a verdade é que andava completamente apaixonada. Pela primeira vez apareceu-me alguém perfeito. E com perfeito quero dizer, daqueles mesmo feitos à minha medida. Sem corta-interesses, sem nada. Com tudo, tudo o que eu gosto.

Até tinha pensado em fazer um dia destes um post a informar as meninas de que vale a pena esperar. Não nos deixarmos levar pela pressa de arranjar alguém. Pelo desespero de ver os anos a passarem e ver toda a gente a casar e a ter filhos e nós não. Porque para nós, para aquelas que só se contentam com o melhor, vale a pena esperar. Porque há um dia em que nos vai aparecer alguém que nos faz sentir coisas que nunca sentimos com ninguém. E eu já tive os meus namorados. Alguns. Muitos. Relações longas. Outras nem tanto. Foram todos eles muito importantes, mas sempre achei que lhes faltava ali qualquer coisa. Eles sabem disso, sempre souberam. E foi por isso que a maior parte das minhas relações não deu certo. Havia sempre ali qualquer coisinha que me fazia pensar, caramba, se ele não fosse assim, eu casava-me com ele já hoje. Havia sempre um pequenino defeito que, aos meus olhos, ia ganhando sempre dimensões consideráveis. E amava-os. Mas, havia sempre um mas.

Depois apareceu-me este príncipe. Entrou na minha vida sem eu dar conta, e, aos poucos, foi ganhando um lugar tão importante. Sem defeitos. Perfeito. Perfeito. Como eu sonhei sempre. Forte, muito forte. Demasiado forte. Sem medo de nada. Protector, tão protector. Trabalhador. Tão trabalhador. O melhor em tudo o que faz. Um homem especial como nunca conheci nenhum. Um daqueles que brilham na escuridão e que aquecem um dia frio de Inverno a tanta gente. Especial. Tão especial. E eu não digo isto só porque estou apaixonada e porque o posso vir a perder para sempre. Eu vejo os defeitos quando mais ninguém os vê. Mesmo apaixonada, eu vejo sempre defeitos. Sou a rainha dos defeitos, dos dos outros e dos meus. Mas ele, caramba, ele é mesmo especial.

Eu nem pedia tanto, sabem? Neste momento preferia que ele fosse mais um entre tantos outros, ou até que fosse um cafajeste, para me poupar sofrimento. Mas não. Ele é tudo aquilo que imaginamos de bom. Parece até demasiado bom para ser verdade. A única pessoa até hoje com quem eu me vi imediatamente a ter filhos e a casar, não me perguntem porquê. Eu que nunca pensei nisso. Mas com ele senti uma coisa inexplicável que nunca senti com ninguém. Uma segurança, um porto de abrigo, uma certeza de que me ia fazer feliz para sempre. Senti que havia ali algo de sério. Com a vantagem de ser um eterno solteiro e de prezar tanto a sua independência como eu. Mas comigo, como ele dizia, queria mudar a sua vida toda.

Ontem deram-me o endereço de um blogue dele, daquele que poucos conheciam por ser demasiado privado, e desabei ainda mais. Palavras, tantas palavras, as palavras mais bonitas que alguém podia escrever sobre mim. Meu Deus, como é possível? Até me faltou o ar. Sufoquei de dor. Mostrei a uma amiga minha e ela só me disse: caramba, a vossa história tem mesmo de dar certo. E é a isso que eu me estou a agarrar. À esperança. Ele tem mesmo de se safar disto e de voltar para os meus braços. A nossa história tem mesmo de dar certo.

***


***

Wednesday, 14 July 2010


 

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