
Foto de Irving Penn que roubei do Cachecol do Pintor
O ano de 2009 (tal como o de 2008 e o de 2007, e também o de 2006, que a história tem-se repetido ao longo dos meus últimos anos) ficará marcado como o ano em que pela centésima vez eu pude comprovar que as relações à distância não funcionam. Podem levar-se durante algum tempo, são muito empolgantes, vivem de surpresas muito agradáveis, de friozinho na barriga, mas a longo prazo, lamento, não funcionam.
É aquele dia em que se precisa do abraço dele e não se tem. É o dia em que se precisa de alguém para aquecer os pés e esse alguém não está ali. É o dia em que se quer partilhar uma alegria com uma flûte de champanhe e um beijo e esse alguém apenas aparece do outro lado do monitor ou do telefone. Não, definitivamente não.
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